segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Mayara Silveira ganha destaque no nosso blog artístico sendo considerada uma das melhores atrizes e bailarina de dança do ventre do estado.
Além de atriz e bailarina, Mayara cursa arte e mídia na ufcg e é produtora cultural.
Fomos até Mayara para saber mais um pouco sobre sua vida profissional!
Confira!
MT - O que é arte pra você?
Mayara Silveira - Conceituar arte não é algo fácil, mas de uma maneira clara e simples arte é uma criação do homem que possui caráter estético.
MT - O que te levou a buscar a arte?
Mayara Silveira - A maioria dos artistas começou seu contato com a arte na escola, meu caso foi diferente. Na escola sempre tive vontade de fazer teatro e dança, mas tinha vergonha. Somente uns anos depois eu criei coragem e busquei a arte da dança. Fui para o teatro quase um ano depois, por incentivo de Luciana (professora de dança do ventre e diretora da Companhia Caravana), e graças a ela realizei dois sonhos de infância.
MT - Qual o projeto que você realizou que foi mais marcante?
Mayara Silveira - Sem dúvida todos os projetos de uma forma ou de outra deixam uma marca para sempre, dentre todos que participei posso destacar dois que deixaram grandes saudades: o "Auto do Menino Jesus" dirigido por Duílio Cunha e a leitura dramatizada do texto "Liberdade, Liberdade" de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, dirigido por Regina Albuquerque.
MT - "Sabemos que aqui na Paraíba é difícil produzir arte. E agora? Para onde correr?".
Essa é a fala dita por alguns Campinenses, mas como "alguns" não são todos, gostariamos de saber se você já chegou a pensar dessa maneira. Se sim, por que?
Mayara Silveira - Não só na Paraíba, como em todo lugar do Brasil, é difícil produzir arte, é difícil ser artista. Infelizmente vivemos em um lugar onde o apoio para o artista e sua obra é raro. Ainda é muito difícil até quase impossível viver exclusivamente da arte, sempre temos que procurar outra profissão para sobreviver. O famoso "e agora?" também fez e faz parte da minha vida, mas não desisto. É difícil, mas qual é o sucesso que prevalece facilmente? Nenhum. Campina Grande é mãe de grandes artistas, muitos tiveram oportunidade de mostrar o seu trabalho graças ao incentivo do Tio Álvaro e do SESC que juntos trazem para nossa terra oportunidades para o desenvolvimento artístico.
Além de atriz e bailarina, Mayara cursa arte e mídia na ufcg e é produtora cultural.
Fomos até Mayara para saber mais um pouco sobre sua vida profissional!
Confira!
MT - O que é arte pra você?
Mayara Silveira - Conceituar arte não é algo fácil, mas de uma maneira clara e simples arte é uma criação do homem que possui caráter estético.
MT - O que te levou a buscar a arte?
Mayara Silveira - A maioria dos artistas começou seu contato com a arte na escola, meu caso foi diferente. Na escola sempre tive vontade de fazer teatro e dança, mas tinha vergonha. Somente uns anos depois eu criei coragem e busquei a arte da dança. Fui para o teatro quase um ano depois, por incentivo de Luciana (professora de dança do ventre e diretora da Companhia Caravana), e graças a ela realizei dois sonhos de infância.
MT - Qual o projeto que você realizou que foi mais marcante?
Mayara Silveira - Sem dúvida todos os projetos de uma forma ou de outra deixam uma marca para sempre, dentre todos que participei posso destacar dois que deixaram grandes saudades: o "Auto do Menino Jesus" dirigido por Duílio Cunha e a leitura dramatizada do texto "Liberdade, Liberdade" de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, dirigido por Regina Albuquerque.
MT - "Sabemos que aqui na Paraíba é difícil produzir arte. E agora? Para onde correr?".
Essa é a fala dita por alguns Campinenses, mas como "alguns" não são todos, gostariamos de saber se você já chegou a pensar dessa maneira. Se sim, por que?
Mayara Silveira - Não só na Paraíba, como em todo lugar do Brasil, é difícil produzir arte, é difícil ser artista. Infelizmente vivemos em um lugar onde o apoio para o artista e sua obra é raro. Ainda é muito difícil até quase impossível viver exclusivamente da arte, sempre temos que procurar outra profissão para sobreviver. O famoso "e agora?" também fez e faz parte da minha vida, mas não desisto. É difícil, mas qual é o sucesso que prevalece facilmente? Nenhum. Campina Grande é mãe de grandes artistas, muitos tiveram oportunidade de mostrar o seu trabalho graças ao incentivo do Tio Álvaro e do SESC que juntos trazem para nossa terra oportunidades para o desenvolvimento artístico.
domingo, 4 de outubro de 2009
Entrevista com Beto Cabeça.
Beto Cabeça com apenas sete anos de idade, entrou no universo musical e ficou. Hoje, Beto Cabeça é um dos músicos mais "cobiçados" da Paraíba.
Saiba mais!
MT - Com que idade você começou a tocar?
Beto Cabeça:
- Sete anos de idade, tocando na banda marcial da escola. Tocando tarol especificamente.
MT- Já tentou outras habilidades profissionais fora a música?
Beto Cabeça:
-Sim. Ja fui borracheiro, ja trabalhei de servente de pedreiro aos 14 anos, ja fui recenseador do IBGE, ja trabalhei com pintura e por aí vai.
MT - Você se imagina fazendo outra coisa além da música?
Beto Cabeça:
- Não só me imagino, como faço.
MT - Por que a vontade de começar a tocar violão?
Beto Cabeça:
- Depois da banda marcial comecei a me interessar por outros instrumentos. O violão na época foi o mais fácil de adquirir pelo o preço que custa.
MT - O que você diria as pessoas que querem entrar para o meio musical?
Beto Cabeça:
- O que todos dizem em qualquer área que for entrar seja música ou outra atividade: perseverança, paciência, dedicação, repetição nos estudos, procurar pessoas mais experientes para adquirir informações e muito, muito estudo.
MT - Você acha que violão é um dom ou se desenvolve, assim como o canto?
Beto Cabeça:
- É complicado falar nesse assunto pois pode ser uma coisa muito subjetiva para cada estudante da música. Independente disso eu acho que todo instrumentista tem alguma dificuldade em alguma coisa na música assim ele não precisava estudar tanto. Porém é da consciência de cada um ter um senso crítico de sí proprio pra não tá pegando mico por aí, inclusive que pode acontecer facilmente até com os profissionais.
MT - Quais os seus planos para o futuro?
Beto Cabeça:
- Primeiramente melhorar minha exercusão no instrumento e agora que é tocando profissionalmente o violão e a bateria a coisa tá mais complicada. Depois é gravar o DVD com Val Donato, o resto por enquanto é segredo
MT - Gostaria que você deixasse uma mensagem para as pessoas que já te assistiram e para as que não assistiram também!
Beto Cabeça:
- Só tenho que pedir obrigado e que desculpa qualquer coisa. Sim, e que vão ver de novo por favor kkkkkkk. Muito obrigado a você Monique!
Beijos e sucesso para todos nós.
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