quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O PÚBLICO PEDE BIS!!!






Devido ao grande sucesso da Fever passada , é com o mesmo orgulho que a DJ Hunter estará promovento mais uma vez o evento na Sexta (dia 11-12) convidando outros DJ`s para participar da cena!
Para quem não sabe, o evento acontece de 15 em 15 dias com diversos deejay`s!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

DJ HUNTER BIRTHDAY

Nessa próxima Quinta-feira(26-11-09) a DJ Hunter estará completando mais um aninho e convida todos para comemorar seu aniversário no evento que a mesma estará produzindo : FEVER. Que acontecerá no dia 27-11-09.
A festa acontecerá na Estação Music às 22:00.
A venda dos ingressos no local.
R$5.00 até 00:00h
Após R$10.00

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ENTREVISTA COM A CANTORA MÔNICA JUCÁ.

Mônica Jucá tem 37 anos, é cantora e mora em Natal

MT - Como você começou a se interessar pela música?

Mônica Jucá - Sempre achei emocionante esse lance de palco, achava lindo de ver, até que um dia fui convidada para fazer um teste para ser bailarina de uma banda e assim comecei, depois passei a ser back vocal e agora tenho minha carreira solo.

MT - Você toca algum instrumento? Se sim, qual?


Mônica Jucá - Infelizmente não toco nenhum instrumento, mas vou começar a fazer aulas de violão.


MT - Algumas pessoas nascem com o dom de cantar, outras desenvolvem. Cantar sempre foi seu dom desde criança?

Mônica Jucá - Sempre fui afinada...rs, mas acho que qualquer cantor precisa se dedicar bastante e estudar muito.

MT - Quais suas influências musicais?

Mônica Jucá - Sempre gostei muito de música popular brasileira e minha maior inspiradora foi Marisa Monte.

MT - Você já pensou em desistir da música? Se sim, por que?

Mônica Jucá - Desistir??? Nuncaaaaaa!

MT - Qual a maior dificuldade que você encontra para realizar seu trabalho?

Mônica Jucá - Acho que tudo é muito difícil. Precisamos de reconhecimento e espaço para mostrarmos nosso trabalho. Quero ampliar os horizontes, quero mais gente conhecendo o que faço.

MT - Qual o lugar que você mais gosta de tocar?

Mônica Jucá - Gosto de cantar para as pessoas, sabe? O lugar não importa tanto, mas sim a energia e a interação do público.


MT - Qual o seu maior sonho? A música?

Mônica Jucá - Meu maior sonho é conquistar o país com minha música!!

MT - O que diria aos artistas que estão começando a carreira agora?

Mônica Jucá - Que nunca desistam, que façam música com a alma e o coração, assim tudo pode dar certo!!!

MT - Deixa uma mensagem para o seu público, Mônica!

Mônica Jucá - Quero agradecer a todas as pessoas que acompanham minha carreira e curtem junto comigo cada show, porque cada um deles é especial. Obrigada galera!!! Super beijo no coração de cada um de vcs!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mayara Silveira ganha destaque no nosso blog artístico sendo considerada uma das melhores atrizes e bailarina de dança do ventre do estado.
Além de atriz e bailarina, Mayara cursa arte e mídia na ufcg e é produtora cultural.
Fomos até Mayara para saber mais um pouco sobre sua vida profissional!

Confira!

MT - O que é arte pra você?

Mayara Silveira - Conceituar arte não é algo fácil, mas de uma maneira clara e simples arte é uma criação do homem que possui caráter estético.

MT - O que te levou a buscar a arte?

Mayara Silveira - A maioria dos artistas começou seu contato com a arte na escola, meu caso foi diferente. Na escola sempre tive vontade de fazer teatro e dança, mas tinha vergonha. Somente uns anos depois eu criei coragem e busquei a arte da dança. Fui para o teatro quase um ano depois, por incentivo de Luciana (professora de dança do ventre e diretora da Companhia Caravana), e graças a ela realizei dois sonhos de infância.

MT - Qual o projeto que você realizou que foi mais marcante?

Mayara Silveira - Sem dúvida todos os projetos de uma forma ou de outra deixam uma marca para sempre, dentre todos que participei posso destacar dois que deixaram grandes saudades: o "Auto do Menino Jesus" dirigido por Duílio Cunha e a leitura dramatizada do texto "Liberdade, Liberdade" de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, dirigido por Regina Albuquerque.

MT - "Sabemos que aqui na Paraíba é difícil produzir arte. E agora? Para onde correr?".
Essa é a fala dita por alguns Campinenses, mas como "alguns" não são todos, gostariamos de saber se você já chegou a pensar dessa maneira. Se sim, por que?

Mayara Silveira - Não só na Paraíba, como em todo lugar do Brasil, é difícil produzir arte, é difícil ser artista. Infelizmente vivemos em um lugar onde o apoio para o artista e sua obra é raro. Ainda é muito difícil até quase impossível viver exclusivamente da arte, sempre temos que procurar outra profissão para sobreviver. O famoso "e agora?" também fez e faz parte da minha vida, mas não desisto. É difícil, mas qual é o sucesso que prevalece facilmente? Nenhum. Campina Grande é mãe de grandes artistas, muitos tiveram oportunidade de mostrar o seu trabalho graças ao incentivo do Tio Álvaro e do SESC que juntos trazem para nossa terra oportunidades para o desenvolvimento artístico.

domingo, 4 de outubro de 2009

Entrevista com Beto Cabeça.

Beto Cabeça com apenas sete anos de idade, entrou no universo musical e ficou. Hoje, Beto Cabeça é um dos músicos mais "cobiçados" da Paraíba.

Saiba mais!


MT - Com que idade você começou a tocar?

Beto Cabeça:

- Sete anos de idade, tocando na banda marcial da escola. Tocando tarol especificamente.

MT- Já tentou outras habilidades profissionais fora a música?

Beto Cabeça:

-Sim. Ja fui borracheiro, ja trabalhei de servente de pedreiro aos 14 anos, ja fui recenseador do IBGE, ja trabalhei com pintura e por aí vai.

MT - Você se imagina fazendo outra coisa além da música?

Beto Cabeça:

- Não só me imagino, como faço.

MT - Por que a vontade de começar a tocar violão?

Beto Cabeça:

- Depois da banda marcial comecei a me interessar por outros instrumentos. O violão na época foi o mais fácil de adquirir pelo o preço que custa.

MT - O que você diria as pessoas que querem entrar para o meio musical?

Beto Cabeça:

- O que todos dizem em qualquer área que for entrar seja música ou outra atividade: perseverança, paciência, dedicação, repetição nos estudos, procurar pessoas mais experientes para adquirir informações e muito, muito estudo.

MT - Você acha que violão é um dom ou se desenvolve, assim como o canto?

Beto Cabeça:

- É complicado falar nesse assunto pois pode ser uma coisa muito subjetiva para cada estudante da música. Independente disso eu acho que todo instrumentista tem alguma dificuldade em alguma coisa na música assim ele não precisava estudar tanto. Porém é da consciência de cada um ter um senso crítico de sí proprio pra não tá pegando mico por aí, inclusive que pode acontecer facilmente até com os profissionais.

MT - Quais os seus planos para o futuro?

Beto Cabeça:

- Primeiramente melhorar minha exercusão no instrumento e agora que é tocando profissionalmente o violão e a bateria a coisa tá mais complicada. Depois é gravar o DVD com Val Donato, o resto por enquanto é segredo

MT - Gostaria que você deixasse uma mensagem para as pessoas que já te assistiram e para as que não assistiram também!

Beto Cabeça:
- Só tenho que pedir obrigado e que desculpa qualquer coisa. Sim, e que vão ver de novo por favor kkkkkkk. Muito obrigado a você Monique!
Beijos e sucesso para todos nós.

domingo, 27 de setembro de 2009

Sandra Belê é de Zabelê, cidade do Cariri paraibano. Começou a cantar aos 18 anos de idade através de uma brincadeira de colégio. "Fazíamos a simulação de uma eleição e me destaquei para fazer parte da turma de cantores que iam interpretar as paródias. Depois disso, não parei mais de cantar. Tive muito incentivo dos amigos, aliás, sem eles acho que não estaria vivendo a fase musical que hoje vivo". E para deixar o público admirado mais ainda: "Quanto à arte de atriz, comecei quando fui selecionada para fazer parte do elenco da Microssérie Global A Pedra do Reino!" Confirma a cantora e atriz Sandra Belê.

MT- Não foi ontem muito menos hoje que escutei: " Sandra Bele". Como você se sente por ter atingido um público tão fiel?

Sandra Belê:

- Acho que posso afirmar que tenho um público fiel, embora bastante pequeno ainda. Sinto-me feliz em agradar musicalmente essas pessoas, aliás, são elas que me entusiasmam para que eu continue cantando.

MT- No começo da carreira você esperava chegar como está hoje?

Sandra Belê:

- Claro que quando começamos uma carreira com a de um artista da música nossa pretensão é atingir um público cada vez maior. Sou feliz em já ter atingido um público bacana, mas espero alcançar um público bem maior do que tenho hoje.

MT- Qual foi o papel mais marcante que você interpretou como atriz? Por que?

Sandra Belê:

-Minha carreira como atriz não é muito extensa, até hoje fiz três trabalhos de interpretação e cada um foi muito importante pra mim, acredito que o trabalho que desenvolvi na Microssérie Global A Pedra do Reino foi de grande relevância na minha carreira artística.

MT- De quem era o texto? Foi iniciativa sua ou você foi convidada para interpretá-lo?

Sandra Belê:

- A Pedra do Reino é uma interpretação do livro de Ariano Suassuna. Fiz o teste para participar das gravações e acabei sendo escolhida. Fiz dois papeis: o de uma cantadeira e o de uma cangaceira.

MT- Quando você sobe no palco para cantar, qual a primeira coisa que você pensa quando vê o público aguardando ansiosamente a sua entrada?

Sandra Belê:

- Se eu te disser que penso em algo que não seja em fazer bem o meu trabalho para qualquer quantidade de pessoas que esteja na platéia estarei mentindo. O meu pensamento mais freqüente é eu ter que conseguir fazer o público presente no show o mais feliz no momento.

MT- Quais as suas influências musicais?

Sandra Bele:

- Meu pai Pedro Mucuri, e cantores grandiosos da nossa música popular regional, a exemplo de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Antônio Nóbrega e Marinês. Além de cantores da nossa MPB com, Zeca Baleiro, Elis Regina, Mariana Aydar e Ney Mato Grosso.

MT- Você tem composições próprias? Se sim, fala um pouco sobre elas.

Sandra Belê:

- Tenho poucas, embora eu tenha dezenas de poesias que penso em transformar em música. Mas as que tenho falam sobre as coisas da minha terra.

MT - Você toca algum instrumento? Pretende segui-lo?

Sandra Belê:

- Toco pandeiro, triângulo, zabumba e estou começando a tocar violino. Pretendo continuar a tocar pandeiro e ser melhor em violino, depois tocarei rabeca.

MT - Gostaria que você fechasse nossa entrevista como se estivesse fechando seu show. Aquele boa noite que só Sandra Bele sabe.

Sandra Belê:

- Foi um prazer danado de bom participar desse bate-papo. Nós artistas precisamos sempre de espaços que busquem a divulgação